Sons que a
gente não vê!
Você se lembra
de já ter
insultado a voz
da cancela do
shopping que
tarda em
expurgar o
ticket do
estacionamento
enquanto recita
suas frases
feitas? Ou já
ficou irritado
no telefone com
uma companhia
telefônica que
te deixa
pendurado por
horas enquanto
tocam aqueles
temas de
caixinha de
música? Já se
sentiu agredido
pelo som ruim
dos
auto-falantes
dos aeroportos e
pela voz
treinada/robótica
da aeromoça?
Quantas vezes
você já pediu
para sua mulher
fechar a porta
do banheiro por
causa do som
estridente do
secador de
cabelo? As
mulheres tem
mais sorte nesse
quesito pois os
barbeadores
elétricos são
bem mais
suportáveis! Os
grandes vilões
do dia a dia,
porém, nossos
companheiros
eletrodomésticos!
Ninguém merece
acordar com um
liquidificador
na cabeça, não é
mesmo?
Estamos sendo
impactados por
todos os lados
pelo som o tempo
todo, até quando
dormimos e não
percebemos!
Lojas
barulhentas,
supermercados,
obras, carros,
caminhões,
aviões nos
espaços urbanos.
Sem falar das
sirenes
estridentes das
ambulâncias,
bombeiros e
policia! Enfim
um festival de
motivos para se
morrer mais
cedo. Parece
exagero, mas, de
fato, a
constante
exposição aos
barulhos
estridentes pode
matar. O som
altera as
batidas
cardíacas, o
fluxo da
respiração,
nossas ondas
mentais, conduz
o ritmo no qual
executamos
qualquer
atividade, até
mesmo comer!
Mas vamos mudar
de cenário
agora? Sente-se,
coloque um
tampão nos
ouvidos e
imagine: uma
cidade
silenciosa
movida a carros
elétricos,
aviões,
caminhões,
carros de ajuda
pública
silenciosos,
celulares
permitidos
somente em modo
vibracall,
eletrodomésticos
silenciosos, uma
música super
agradável ao
fundo das lojas
e super
mercados, sons
de natureza nos
bancos. Essa eu
quero ouvir! Há
quanto tempo
naquela esquina
não se podia
ouvir o vento,
os pássaros, ou
a fala generosa
de alguém que
lhe deseja bom
dia?
A poluição
sonora sem
duvida contribui
para esse caos
de dentro e de
fora a que somos
expostos todos
os dias! Mas a
musica também
pode ser a cura
de doenças não
somente
psicológicas,
mas também
físicas.
Imaginem que
tipo de ser
humano seríamos
nesse cenário?
Ainda há tempo
de construirmos
um mundo melhor!
Vamos começar
pelas nossas
próprias
emissões de
ruídos? Podemos
evitar nossas
buzinas
desnecessárias,
abaixar o tom
dos nossos
celulares, usar
aparelhos
domésticos nos
horários
permitidos,
começar a cobrar
mais da
sociedade regras
mais claras,
fiscalizações
mais eficazes
das industrias
que fabricam o
barulho. Enfim,
vamos tentar?
Por Zanna
Presidente Zanna
Sound
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